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Por Onde Devemos Começar? Setembro 19, 2008

Posted by Elisabete Gomes in Abrindo A Porta Para O Interior.
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Quero que a minha vida tenha um sentido maior!…mas como posso alcançar isso?…que passos preciso dar?…será que alguém pode ajudar-me!?!

Realmente torna-se confuso por vezes, porque somos bombardeados com tanta informação de várias fontes o que pode deixar-nos ainda mais confusos.

A CRISE…eu encontrava-me no meio dela e completamente absorvida pela situação. Não conseguia encontrar uma saída e só pensava e acreditava que eu estava sendo atacada, eu era a vitima. Esta não era a primeira vez e sim mais um daqueles ciclos que nos levavam a vivenciar as mesmas situações novamente.

Um dia decidi ir à livraria comprar um livro para ler, coisa que era raro fazer na altura e ao mesmo tempo senti-me guiada, como se algo me dizia para o fazer. Foi tão simples como olhar para os livros e sentir – este é o livro – quando vi a capa fiquei encantada, li um pouco e pensei – eu vou levá-lo comigo, aqui está a ajuda que eu estou precisando neste momento.

Foi um DESPERTAR para mim, uma transformação em todos os sentidos e a partir daí comecei a enveredar por um novo caminho. Eu RENASCI

Se realmente queremos mudar a nossa vida e vivencia-la de uma forma transcendental, é necessário fazer uma escolha consciente, abrir a mente, ser corajoso e ter força de vontade.

Aquilo que nos desperta e transforma mesmo, são as nossas experiências pessoais. É quando nós tomamos a decisão de ir mais além, descobrir quem realmente somos e qual o nosso propósito para esta vida.

Existe muita informação de várias fontes onde podemos procurar e encontrar ajuda e apoio para nos guiar, mas cabe só a nós conseguir transformar, mudar a nossa vida para que sejamos realizados e para que alcancemos a felicidade desejada.

Se estivermos atentos, receptivos, tudo o que nós precisamos, como ajuda e apoio, um guia, surgirá na hora certa e o teu coração te dará o sinal!

Atreve-te A Viver A Vida Com Paixão E Alegria!

Amor, Paz e Sabedoria,

Elisabete Gomes

Comentários»

1. Silvestre - Outubro 8, 2008

Olá Elisabete Gomes.
Muito interessante suas pesquisas e suas colocações bem como o sua enorme contribuição a quem questiona comportamentos e busca um viver melhor…
Eu não tenho domínio nesta área, mas, gostaria que se você puder, me ajudar a entender o seguinte: “QUEM É OU O QUE É O EU QUE DIZ EM NOSSA PESSOA? EU QUEM OU O QUE FALA “EU” EM NÓS?”

Obrigado.

Silvestre

2. Elisabete Gomes - Outubro 19, 2008

Olá Silvestre!

Sê Bem-Vindo!

O Eu é aquela voz, inspiradora, verdadeira, sábia que nos guia com muito amor incondicional… o nosso verdadeiro SER, a nossa essência, eu superior, amor puro, Deus!

Amor, amor, amor…bem-estar geral.

Fica atento, conversa e escuta…o que sentes é a coisa mais bela, maravilhosa e um êxtase…pura alegria!

Amor, Paz e Sabedoria,

Elisabete Gomes

3. Cristina - Outubro 21, 2008

O eu que nos fala? Mas quem é ele! onde posso encontrá-lo! Num coffee shop? Não Silvestre! O eu que procura e não encontra em lado nenhum e, que fá-lo pensar, ser diferente dos outros.. não tem de manifestar-se sempre em forma dessa vozinha sábia que tanto se fala. Então, mas ela existe? Sempre!

Relativamente há um mês atrás, passei por um dilema muito grande, à custa de não conseguir ouvir essa bendita voz ou melhor dizendo, por não ser perceptível. Houve um curso, o qual eu queria dar continuidade, mas ao mesmo tempo, não queria. Achava que não era o momento! Opiniões externas fizeram-me sentir completamente desestruturada. Porquê? Diziam-me faz! Isso são tudo desculpas da tua mente para não fazeres. Tanta certeza tinham eles! Andei duas semanas neste sufoco: faz! não faz! faz! não! sim! não!

Conclusão:
Cheguei a inscrever-me para fazê-lo, já que eles estavam tão certos daquilo que queria fazer. Lá fui eu na onda! Onda onda! Olha a onda! A pressão era tanta na minha cabeça, que inscrevi-me. Ufa! Já está! Consegui! eles tinham razão, era tudo entraves da minha mente.

Moral da história: dei o meu poder de escolha aos outros. Como assim? Não acreditei que sabia fazer a escolha assertiva para mim naquele momento. Como não conseguia ouvir a bendita voz interior que sabe sempre o que é melhor para nós, vacilei e levei-me por aquilo que os outros consideravam que era o mais adequado para mim. Será que era mesmo! Era essa a minha verdade interior? Fazer o curso naquele momento!

Quatro dias antes do curso iniciar, sento-me no computador e começo a digitar um mail para pedir a anulação da minha inscrição. Então? Sem saber (conscientemente), porque razão, estava a fazer isto depois de tanto stress, tanta pré-ocupação com o bendito curso. Dias depois descobri que tive a coragem de dizer não. Não faz sentido nenhum! Não é isto que quero fazer agora! Quer dizer, tanta coisa para no final, águas de bacalhau!?

Moral da história:
Se eu queria assim tanto fazer o curso, será que tinha mesmo de passar por aquele sufoco todo, durante tantos dias a fio para à última da hora desistir? Sim tinha! Porque assim aprendi que quando fazemos as coisas sem esforço, naturalmente e sem tanta tensão aí sim estamos a seguir a voz do coração quer a “oiçamos” ou não.

Tanta conversa para quê? Para dizer-lhe Silvestre, que o seu eu está mesmo aí! é essa sua parte sua que está a questioná-lo :)

O que sentiu depois da leitura!

Muita paz,

Cristina Aveiro